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A empresa não depende de pessoas. Depende de sistemas.
Durante muito tempo, acreditou-se que uma boa empresa era feita de boas pessoas. E atenção: pessoas competentes são fundamentais. Mas essa crença, quando levada ao extremo, torna-se perigosa. Já vi demasiadas empresas reféns de talentos individuais. Pessoas chave que “sabem tudo”, que resolvem tudo, que seguram tudo. À primeira vista, parecem indispensáveis. Na prática, são um risco silencioso. Quando uma empresa depende excessivamente de pessoas e não de sistemas, ela nã

Rita Maria Nunes
há 5 dias1 min de leitura
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